sábado, 27 de agosto de 2016
Uma visão otimista para o futuro do arsenal
Wenger se foi, nos garantiu o quarto lugar, sofrido como a anos não era. Deixou bastante grana nos cofres para seu sucessor, um técnico que finalmente gastará o suficiente para fazer do clube um dos mais temidos da europa novamente. Um comandante consagrado como Simeone, que mudaria toda a forma como age o clube, sonho de todos os times em situação duvidosa, ou alguém muito promissor, que nunca trabalhou com tanto dinheiro disponível, e que finalmente poderá mostrar seu valor tendo condiçõs para ganhar títulos, como Bilic? Independente de quem for, será uma boa escolha. Quase todos os melhores atletas da temporada permanecerão, motivados pelo novo técnico que garante uma era diferente, ou seja, um base forte já temos. Uma contratação que se paga só com vendas de camisas chegará, para deixar ainda mais claro aos jogadores e torcedores, que sim, dessa vez é realmente diferente. As falhas do elenco são quase totalmente sanadas, uns vão dizer que faltou outro lateral, outros dirão que mais um meia seria bom, ou ambos, mas mesmo assim temos o elenco mais forte em mais de dez anos. Na primeira temporada do treinador uma copa é conquistada, na segunda, um título não vencido há muitos anos volta ao norte de londres; e finalmente, no terceiro, as piadas do tipo "primeiramente tal, segundo vasco, terceiro etc, quarto arsenal", já foram esquecidas, graças a um técnico que tem mais títulos que anos no clube.
Uma visão pessimista para o futuro do arsenal
A temporada acabou, o título ficou longe, Wenger tem sua pior temporada, primeira vez fora da liga dos campeões. O mais duradouro manager de nossa história se vai, e com ele, muitos de nossos craques. Sanchez será o primeiro a partir, quem sabe para o Bayern ou Juventus. Özil seria bem vindo num retorno à Madrid, Koscielny, melhor zagueiro da liga, e Bellerin, o mais promissor lateral direito do mundo, receberão propostas tentadoras, e por mais identificação que tenham com o clube, à vontade de alçar vôos mais altos, aliado ao periodo nebuloso que vive o arsenal, fazem ambos optarem por abandonar o barco. Chega um novo técnico, muito melhor que o atual Àrsene Wenger, e com um perfil que garanta algo que o francês fez algumas vezes anos atrás: Levar times limitados, inferiores a três ou quatro rivais, à Champions League. Bilic ou Koeman, talvez. O novo comandante terá bem menos dinheiro para contratar do que tentou exigir à diretoria, mas isso acabou não sendo um fator suficiente para não assumir o novo emprego, um clube como o arsenal é bastante tentador para técnicos em ascenção que não tenham muitos títulos.
Repor a saída da maioria de seus grandes jogadores será difícil. Se na última temporada, mesmo com vaga na Champions garantida, atletas que estão entre os melhores do mundo para trabalhar ao lado, uma cidade bastante atrativa para morar, entre tantos outros fatores positivos, o medo de estagnar a carreira em um clube sem ambição falou mais alto, imaginem nesse cenário desanimador. Quem sabe pinta um Shaqiri para substituir Sanchez, Um Çalhanoglu para o lugar de Ozil -até se parecem fisicamente, vai que confunde a torcida-, finalmente um centroavante contratado, mas nada de Cavani, que os torcedores tanto pedem, longe disso. O artilheiro do holandezão pode ser uma boa pedida. Bons atletas, destaques de times de segundo ou terceiro escalão de suas ligas, mas níveis abaixo das peças que tinhamos. A vaga na champions se torna mais difícil, as contratações, contestáveis, tal qual o Liverpool faz, pagando valores que não correspondem ao que os novos empregados entregarão. Em um tempo não tão breve, ficar atrás do cada vez mais organizado e competente Tottenham, sairá dos pesadelos do gooners para o mundo real. E repare, que nem na pior previsão do futuro do clube, Wenger permanece no comando.
Repor a saída da maioria de seus grandes jogadores será difícil. Se na última temporada, mesmo com vaga na Champions garantida, atletas que estão entre os melhores do mundo para trabalhar ao lado, uma cidade bastante atrativa para morar, entre tantos outros fatores positivos, o medo de estagnar a carreira em um clube sem ambição falou mais alto, imaginem nesse cenário desanimador. Quem sabe pinta um Shaqiri para substituir Sanchez, Um Çalhanoglu para o lugar de Ozil -até se parecem fisicamente, vai que confunde a torcida-, finalmente um centroavante contratado, mas nada de Cavani, que os torcedores tanto pedem, longe disso. O artilheiro do holandezão pode ser uma boa pedida. Bons atletas, destaques de times de segundo ou terceiro escalão de suas ligas, mas níveis abaixo das peças que tinhamos. A vaga na champions se torna mais difícil, as contratações, contestáveis, tal qual o Liverpool faz, pagando valores que não correspondem ao que os novos empregados entregarão. Em um tempo não tão breve, ficar atrás do cada vez mais organizado e competente Tottenham, sairá dos pesadelos do gooners para o mundo real. E repare, que nem na pior previsão do futuro do clube, Wenger permanece no comando.
O fracasso chamado Jack Wilshere
Você acredita em Jack Wilshere? Eu não, não mais. Vejo boa parte da torcida do clube inglês na internet com grandes expectativas e sendo protecionistas em relação a ele. Wilshere começou no time principal do arsenal como poucos jovens conseguem nos melhores times do mundo: sendo o motor do time. Naquele momento estavamos precisando de sangue novo, sofriamos com as lesões de sempre, e o jovem jogou como gente grande, um futebol impressionante para sua idade. E é disso que vive Wilshere desde então, do passado. Já faz muitos anos que nosso camisa 10 não tem uma sequencia de bons jogos. Claro que as lesões atrapalham seu desempenho, nem foram tantas partidas assim nesses anos, mas nas vezes em que teve minutos para jogar, e sequencia de partidas, decepcionou quase sempre, sendo praticamente um espectador dentro do campo. Muito desse regresso técnico do jogador pode ser creditado ao seu comodismo. Jack está em uma posição confortável, assim como Theo Walcott; tem um salário bastante desproporcional àquilo que entrega em campo, sempre que disponível será relacionado para jogo, mesmo que outro atleta mereça mais a vaga, e em tantas outras vezes será forçado no time titular. Uma diferença em relação a Theo, é que este por se lesionar bem menos, tem mais tempo para nos irritar. Wilshere ainda deixa aquela dúvida, de que poderia ser um grande atleta caso as lesões permitissem.
É uma pena que o talento de Jack parece ser coisa do passado, ele tem (ou tinha) aquela garra que motiva tanto os jogadores quanto à torcida, o brigador que é bom se ter em campo. Não acredito que ele será um grande jogador, que conseguirá ser por pelo menos mais uma ou duas temporadas, essencial para o arsenal. Mas se ele se esforçar para ser ao menos um jogador importante, tenho certeza que tanto eu, como a torcida do arsenal, ficará feliz. Se Elneny, na última partida relegado para que Wilshere tenha seus minutos, que é apenas um bom jogador, mas bastante esforçado, consegue ser muito importante pra nós, ele poderia, com vontade, ser também.
É uma pena que o talento de Jack parece ser coisa do passado, ele tem (ou tinha) aquela garra que motiva tanto os jogadores quanto à torcida, o brigador que é bom se ter em campo. Não acredito que ele será um grande jogador, que conseguirá ser por pelo menos mais uma ou duas temporadas, essencial para o arsenal. Mas se ele se esforçar para ser ao menos um jogador importante, tenho certeza que tanto eu, como a torcida do arsenal, ficará feliz. Se Elneny, na última partida relegado para que Wilshere tenha seus minutos, que é apenas um bom jogador, mas bastante esforçado, consegue ser muito importante pra nós, ele poderia, com vontade, ser também.
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